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Cosmopolita.

Vivamos as cores de São Gonçalo! Andando pelas ruas, desbravando as esquinas do centro, transformando sentimento em imagem. Não é questão de ser bom ou ruim, bonito ou feio e sim sobre expor a verdade de dentro para fora. As ruas são desafiadoras, provocam um despertar intimo sobre consciência. Cada um tem sua história sobre a cidade e a minha de hoje é sobre um pôr do sol “em frente” ao clube tamoio.

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Beco do Platô.

Andando em uma noite fria de inverno por São Gonçalo, este é um caminho estreito. Um beco escuro e apertado que liga as duas principais vias do centro da cidade a Av. Presidente Kennedy e a Rua Feliciano Sodré. O som da ambulância, o vento cortante, as luzes apagadas daqui direcionam os passos para a luz que há no fim do corredor.


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Sem ancoras.

Dias em preto e branco, uma semana em que pouco sol se viu. Estavam lá dois barcos, sem ancora, ao vento e sem mastros. A Bravura de pescar na Baía de Guanabara, quatro homens zarparam e deixaram o mar levar. Em seus barcos, suas redes, seus pensamentos, seus sonhos. Tudo aquilo que envolve suas vidas e seus anseios fazem parte desse momento.

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Halley.

O sempre intenso cruzamento do posto Halley. As luzes dos faróis, o rastros dos carros, o posto iluminado, o sinal verde, o poste na esquina, o vai e vem de todo dia. A sagacidade Gonçalense na hora do rush. Uma cidade que se move no ritmo pulsante de seus habitantes, muitas vezes errantes, mas a maior parte deles…. amantes.

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Um dia!

Um dia veremos as praças de São Gonçalo com crianças jogando bola, cheiro de pipoca, pais com seus filhos de carrinho, adolescentes e idosos dividindo a mesa. Seja pela manhã, tarde ou noite, lazer e diversão sem medo. Um local de encontros, sem sustos, para passar um tempo agradável. Sem pressa e com muita conversa. Um dia!

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Las Garzas.

Barcos feitos de madeira sobre o mar e sobre a areia, as mãos que preparam a rede são do homem que olha fixamente o movimento das garças, tão comum em seus dias, lindas em seus vôos. Serenidade natural, sensibilidade usual e contemplação, tudo em um pequeno espaço e ao mesmo tempo. 

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Orange.

A arte é o céu, o céu é arte! Sou um atento expectador com a câmera na mão. Os tons irradiantes de uma tarde de inverno com clima de verão. Cores impressionantes em uma cidade tropical, de um país tropical! Muito bom contemplar toda essa riqueza de cores em mais um entardecer em São Gonçalo.

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Tranquilidade.

Distante do caos, la na ilha do pontal, serenidade e paz. O mar e o céu como testemunhas de uma São Gonçalo calma, cheia de tranqüilidade, pouco conhecida, pouco visitada, a bordo de outro barco eu flagro tamanha beleza. Um, dois, três, quatro… já não importa quantos barcos são, só sinto o ritmo do mar, ouço o som das gaivotas e por alguns minutos todos os problemas são esquecidos.

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Energia.

A energia elétrica é vital na vida de centenas de milhares de pessoas, já tentou imaginar como era São Gonçalo antes dessas imensas torres? Até consigo pensar sem as torres, mas não dá para imaginar uma vida sem os benefícios que elas nos trazem. Como será que eram os campos, os morros e os horizontes? Como pensavam os moradores da época quando viam essas coisas imensas por todo lugar? Na foto uma simples analogia, um pouco dos dois mundos, o velho e o novo.


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Solda.

Transformando o trabalho duro em poesia visual(?) Narrativas cotidianas são meu maior desafio e também minha maior satisfação quando estou com a câmera na mão. O homem trabalha para o seu sustento enquanto cai a noite com toda a cidade ao fundo. 

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Cais Fênix.

Um menino prepara o anzol sentado sobre o barco, e ao redor embarcações ancoradas no cais Fênix. O Gradim é o principal ponto de desembarque da pesca artesanal na Baía de Guanabara. A pescaria impacta diretamente milhares de Gonçalenses todos os meses. Aqui todos os dias o mar está pra peixe. 

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“A saga-cidade”.

Por que cargas d’água fotografar São Gonçalo? 
Para que todo Gonçalense que a foto alcance tenha um instante de paz diante de notícias ruins que circulam em seu wathsapp, para que tenham um sopro de esperança quando se sentirem abandonados, para que respirem aliviados mesmo que por um minuto diante do caos. Porque as folhas das árvores dessa cidade são tão verdes como a de todo lugar, o céu é azul como em todo lugar e além de tudo somos um povo com muitos talentos que desejam fazer acontecer. Temos muitos… inúmeros, talvez milhares de problemas, mas toda mudança começa a partir de um novo olhar. 

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Alcântara

Alcântara a noite é a Hong Kong Gonçalense. Sabe aquela região dos becos de lá que vemos nos filmes? Pois é, também temos por aqui. Iluminados por lâmpadas e painéis, muito comércio, muita gente, muito barulho, cheiro de fritura e fumaça de churrasquinho. Na carrocinha do pipoqueiro há pipoca com bacon e pipoca doce. Tem gente indo pra longe, tem gente chegando, tem gente vendendo e tem gente comprando. Tem de tudo no mesmo lugar.

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Dourada.

A luz dourada é o crème de la crème da fotografia, hoje mais uma vez banhou a cidade e eu no alto de um prédio fiquei como um Turista admirando o visual como se nunca tivesse estado ali. Naquele momento, sem wathsapp, sem facebook, sem celular. Normalmente, nessas ocasiões, eu fico rodando pelo centro de São Gonçalo, mas ontem ficar dali me fez satisfeito. 

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O farol.

Um recorte da cidade a noite, meio sombria, meio vazia, é sobre este cenário que o carro passa acelerado, o pedestre anda mais apressado, as luzes vão se apagando e o sereno chegando. Os faróis acesos dão o norte, postes as vezes com luz, mas a maior parte deles não. Andar por São Gonçalo a noite não é um filme de terror, mas também não é um romance. 

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Sem degraus.

No último feriado resolvi sair para fotografar, era começo de noite, estava bastante quente, mesmo sendo inverno o vapor subia pela calçada. O Clima era de Suspense ao andar pelas ruas da cidade. Não existe sensação real de segurança, a luz é baixa, há poucas pessoas circulando, o barulho dos passos estão cada vez mais longe e um silencio incomum em uma cidade tão populosa. 

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Barbearia.

Esse é um pequeno texto sobre os Gonçalenses que encaram seu trabalho de forma criativa. Dia e noite exercem seu ofício em meio ao caos do asfalto que corta todos os lados do seu estabelecimento. Trabalhar em um ritmo mais inventivo do que a maioria, faz enxergar a vida de forma nada convencional.

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Sinfonia de fios.

Em alguns pontos da cidade, são muitos cabos quando olhamos para o alto e podemos dizer que há uma sinfonia de fios. Caminho por uma pontezinha, mas nem dá para notar pelo tanto de mato em volta. Uma mulher do outro lado da rua faz sinal para o ônibus. Em frente, dois homens conversam enquanto esperam pelo pão na padaria, um pouco mais atrás uma menina olha a correnteza. Todos são personagens que fizeram parte do momento, mas não estão na foto, pelo tanto que fiquei hipnotizado nesses fios.

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Estrelar.

Esses dias resolvi subir no terraço do meu prédio para ver a noite. Lá em cima o vento estava mais frio, a lua era minguante, o céu mais estrelado, nenhuma nuvem e nem o som dos carros se ouvia era a ausência total do caos. Que momento! Queria poder levar umas cadeiras e chamar algumas pessoas para apreciar aquela noite! Para mim ela se traduziu em uma fotografia. Um brinde a mais noites como essa, tim tim.

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Outono ao meio dia.

Este é o outono mais quente dos últimos anos, assim afirmam os meteorologistas. O fim da estação está próximo e também chegamos ao meio do ano. Meados de junho e até aqui venho tentando contar minha história através da fotografia. Histórias vividas do melhor jeito ou do jeito que dá. Por São Gonçalo a maioria eu curto, outras nem tanto. Algumas são felizes outras tristes. Mas assim é a vida um constante jogo de erros e acertos. Uma vez um “louco” me disse “se você está 100% satisfeito com o seu trabalho, você está acomodado”

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Compondo a lua com SG.

O céu azul escuro que colore o início da noite contrastando com a lua. Os fios, o semáforo, o prédio, as antenas e a ponta da árvore, tudo facilmente perceptível aos olhos de quem transitava pelo local. logo posso concluir que, quanto mais ando pela cidade, mais “sorte” tenho de registrar momentos como esse.  

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São Gonça!

Uma subida, mais de 300 passos íngremes, alguns degraus de escada com limo, respira fundo, bebe água, aprecia a vista através do mirante natural, faz o click, aprecia a vista novamente… pronto! São Gonçalo virou background do meu Desktop.

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Av. Pres. Kennedy.

Finalmente o frio bateu em São Gonça! Anoitece enquanto registro essa cidade em constante mutação. A beleza da fotografia em poder documentar os movimentos e o tempo, paralisar por um instante a metrópole agitada.

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Matiz.

Ao fundo passam barcos e navios, em baixo são os veículos e pedestres. O doce charme da fotografia em uma tarde de outono. Tem gente que entende, tem gente que compreende, alguns sobrevivem e outros vivem. São Gonçalo precisa de uma perspectiva de mais amor, sem favor.

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Além do que se vê.

Ah São Gonçalo… como é bom te ver de cima, observar as montanhas, lá do alto em meio a tanto caos, você é tão calma, com suas paisagens naturais conseguimos imaginar o que aqui foi um dia e como virá a ser. Mutondo, Lindo Parque e Cristo redentor, tudo junto no mesmo frame. Algumas imagens não me deixam esquecer do que a natureza é capaz.

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Maciço de Itaúna.

Quando eu estava na 5° série, me lembro de um passeio escolar para conhecer um “Vulcão desativado em São Gonçalo”, Chegando ao local, me deparei pela primeira vez com o Maciço de Itaúna. Com mais de 300 metros de altura, este gigante está presente no nosso dia-a-dia, embelezando a paisagem da nossa cidade. 

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Cooper.

Uma foto e duas camadas. Em primeiro plano o corredor entre luzes e sombras na rua da caminhada. Em segundo o céu do outono Gonçalense com toda sua aquarela. Assim é São Gonçalo, são tantos eventos e acasos acontecendo simultaneamente que temos uma certa dificuldade de abstrair tudo; é necessário muito mais que um dia para ingerir todas as perspectivas da cidade. 

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Edificando.

Um novo edifício vem sendo construído na Parada 40. Trabalho em equipe, conquistas, aprendizado, planejamento e execução. Mistura de esperança e oportunidade. Com certeza é a idealização de novos sonhos em forma de concreto, aço, cimento e tijolos. Para os futuros moradores que ali viverão suas histórias, o último dia de construção será um misto de ansiedade com felicidade.

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Luzes de sexta-feira.

Anoiteceu, as luzes ditam o ritmo… começou o fim de semana! A cidade nos proporciona panoramas espetaculares. A Luminosidade urbana, a rota dos veículos, a cor do semáforo e o tom violeta no céu, constituem a noite de São Gonçalo. Grandes são as cidades que interligam o contato entre o homem e o progresso. 

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N° 850.

Me perco observando as ruas de São Gonçalo. As linhas, as texturas, os carros, as nuvens, a cor do céu e principalmente o movimento das pessoas. Cada esquina tem sua peculiaridade… o espelho dos prédios, a fumaça do churrasquinho, o andar firme do pedestre rumo ao trabalho, o brilho dos faróis, a fila para o pão quentinho na padaria. Vivemos em uma cidade fraternal, não artificial.

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Sobre duas rodas.

Rasgando a cidade, vento no rosto, buzina no talo, indo para o trabalho, fazendo uma entrega ou a lazer, o motoqueiro busca um estreito espaço nas ruas de São Gonçalo, afim de escapar do transito, chegar mais rápido ou simplesmente pela sensação de liberdade. As motos são um símbolo do transito da cidade e estão cada vez mais presentes no dia-a-dia dos Gonçalenses.

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Bom dia, Zé-Garoto!

Um típico dia cinza pode clarear a estética da cidade, sem a luz do sol contrastando com as sombras, podemos enxergar cada detalhe. Sexta-feira, como em toda cidade do mundo, São Gonçalo paira sob uma atmosfera mais harmoniosa, todos ansiosos, cheios de expectativas sobre os dias que virão, recheados de cores, formas, idéias e inspirações.

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Lazer F.C

O futebol é o principal lazer entre os Gonçalenses, possivelmente o único para muitos. A grande maioria dos campos não são como esse do Clube Mauá, gramado e com medidas oficiais. Contudo, para os adeptos da “pelada” isso não importa, o importante é a diversão! Pode ser qualquer dia da semana ou em qualquer faixa de horário, por onde passamos vemos crianças e adultos jogando bola nos mais diversos campos da cidade. 

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Entre guarda-chuvas.

São Gonçalo fica ainda mais intensa em dias chuvosos, um tipo de labirinto para pedestres entre sombrinhas e poucas calçadas. Um verdadeiro rally para os carros, entre os bolsões d’água e a má sinalização das vias. A volta para casa após o fim do expediente, no primeiro dia do outono, foi com esse misto de emoções.

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Boa Vista.

O magnifico cair da noite em São Gonçalo… A paisagem é estática e o céu noturno dita o tom. As luzes acesas das casas, postes, comércios e carros são a interferência humana direta no cenário. Apreciar esse horizonte cura as mazelas da vida. Portanto meus amigos, com as estrelas presentes ou ausentes a beleza sempre estará lá, na paisagem a se contemplar. 

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Inside.

O que se passa lá fora enquanto você está do lado de dentro? Em São Gonçalo não é diferente de todo lugar, o tempo avança, a cidade se transforma, pessoas vem, vão e finalmente chega a hora de sair. Essas são algumas etapas corriqueiras do cotidiano. A luta contra o relógio é árdua e muitos desejam um dia com mais de 24 horas. Contudo, justamente por ser algo tão precioso, cabe a reflexão sobre o tempo que gastamos com aquilo que realmente importa. 

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Beco do gato.

O fotografo em busca de capturar o momento se conecta com a cidade. Entre as ruas paralelas, acessa uma ponte, uma rua estreita. O local parece passagem secreta. O céu cinza, o gato preto e as nuvens brancas. Eis as entranhas obscuras de São Gonçalo representadas no olhar do felino. Me aproximo, faço a foto e gentilmente o gato abre o caminho como o único e verdadeiro dono do beco.      

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Imobiliário.

A ansiedade por novos tempos em São Gonçalo é grande. Paredes de concreto vão sendo erguidas, altos prédios comerciais e residenciais aos poucos vão ocupando espaço. Gradativamente a cidade vai crescendo, não só no numero de indivíduos. Aqui de cima, olhando este horizonte, são quatro, os prédios que não existiam há alguns anos atrás. Cada novo lar e todo novo escritório, são novas histórias Gonçalenses. 

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Nostalgia de outrora.

Subir e descer uma ladeira por São Gonçalo, vislumbrar uma árvore cultivada na calçada e um Senhor simpático te saudando com um boa tarde. Quando vi o Renan cortando o cabelo do Sr. Amós, essa cena me fez lembrar exatamente os bons tempos em que podíamos esquecer os portões abertos, ficar horas sentados na calçada e quando quase todos os vizinhos se juntavam para conversar. A vida vai passando e vamos nos adaptando a novos costumes. Dias como o de hoje me fazem lembrar de tempos simples e felizes. 

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Yamagata.

Choveu, ventou, secou, hoje vamos pra rua mais aliviados sem a tal “cara de mormaço”. Clima raro no verão Gonçalense. Com temperatura máxima de 26°em pleno fevereiro, é um alívio, um refresco sair de casa para ir trabalhar ou se exercitar. Na Yamagata em seus quase 1 km de extensão sentimos a brisa ora pisando no asfalto, ora na calçada. Seguimos registrando as cenas e buscando mostrar a conexão entre a cidade e o ser humano.

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Não vai, tarde.

Terminar o dia com esse visual, antes de ir pra casa, dar uma pausa e apreciar a beleza de um fim de tarde em frente ao shopping São Gonçalo. Sinto uma satisfação imensa de estar com uma câmera na mão e poder congelar momentos como esse. Sentir a atmosfera e poder transmitir a todos os Gonçalenses, meu olhar sobre a cidade. Esse é o poder da fotografia! É maravilhoso, mágico… sensacional! 

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Pio Borges.

Um passo na rua movimentada e pelas lampadas iluminadas. Todos os comércios abertos, do mercado ao boteco. Pelo caminho achei o instante decisivo, esperei o sinal vermelho e enfim cliquei. Isso é São Gonçalo, concreto, caótico e as vezes iluminado. Todos os elementos somados traduzem o visual da cidade, cada fração, cada momento, cada sopro que vivemos e aprendemos a viver. 

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A noite no verão.

Noite quente. Mais uma na conta do verão, dias e dias com recordes de alta temperatura. O calor intenso e praticas esportivas noturnas a céu aberto, combinam com os Gonçalenses praticantes de corridas e caminhadas. Se espremer na calçada ou no canto da rua, sentir o calor do asfalto e ter que se mover entre pedestres e carros, são desafios constantes. Vitoriosos são os que superam as adversidades pelo desejo de uma vida saudável. 

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Barro Vermelho.

Imóveis para alugar, como chegar e diversos serviços… é o que diz a procura no Google. Para contemplar esta vista tem que sair do carro, descer do ônibus e desbravar. Eis que lá se vai o sol, todo desenhado, facilmente interpretado. O espetáculo esta ai, basta querer contemplar. Quanto mais observo esses horizontes, mais motivos tenho para explorar, afim de conhecer novas perspectivas e vivenciar novos desafios.

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Justo Café.

Existem alguns lugares que são diferenciados em São Gonçalo. Você dobra a esquina e vê pessoas num bate papo, sorrindo, entrando e saindo por uma porta de vidro. No interior a iluminação chama a atenção por seus mínimos detalhes. É um ponto de encontro, lugar para tomar um bom café e outras delícias. Dizem que Gonçalense que é Gonçalense não resiste a um cafézinho. 

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O céu e a rua.

Os aspectos suburbanos estão escancarados nas ruas de São Gonçalo, a cidade quente…muito quente, mesmo quase a noite. O céu no verão é um espetáculo a parte. O dialogo entre homem, natureza e cidade, é o que há de mais prazeroso no nosso cotidiano. É o instante que, quase sempre, os olhos deixam de contemplar devido a correria do dia-a-dia. Um dia simples sem maiores pretensões pode terminar de forma espetacular. 

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Andarilho do Boaçu.

Diante do cruzamento, já com o comércio local fechado, a espera dos carros e ônibus que transitam a sua frente. Depois de um dia de trabalho e uma viagem exaustiva de volta pra casa, contudo o Andarilho é cordial e balança a cabeça aos que passam e o cumprimentam. Se encontrar um conhecido pelo caminho, são longos minutos de bate papo, quebrando sua padronizada rotina de acordar cedo e chegar tarde.

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Chinatown.

Sexta-feira, oito da noite… mais um dia intenso no espaço mais movimentado de São Gonçalo. O pastel esta lá na prateleira, o dialeto chinês por trás do balcão, na rua ao lado o vendedor ambulante grita “é três por dez”, o pedestre apressado, o motoqueiro que passa cortando os carros, o cheiro de churrasco e o sinal de transito que demora a fechar. Dentro do ônibus, ficamos mais silenciosos devido à calmaria do trajeto e ausência de novidades para contemplar no trajeto rotineiro casa-trabalho. Até segunda-feira chegar há dois dias inteiros para viver, sorrir e se divertir.

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Produção.

Cidades bem planejadas geram renda e emprego, São Gonçalo tem potencial comercial e industrial. Imagina não ter que perder três horas diárias de transito para chegar ao trabalho? Não é da noite para o dia que o Gonçalense passará trabalhar a vinte minutos de casa, mas o primeiro passo é acreditar mais na cidade e também que é possível construir um futuro melhor por aqui.

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Janeiro.

Uma cidade com mais de 1 milhão de habitantes sabe guardar suas surpresas. Sempre que puder capture o fim de tarde em São Gonçalo! A majestade é o céu que através da sua beleza colore e transforma o improvável no provável. Ao torres de energia com seu design exótico e funcional seguem o tom de modernidade. As árvores em silhueta compõe esse visual campestre em meio a milhares de pessoas.

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Malabares do sinal vermelho.

Caminhando por São Gonçalo conheci o Éliton, antes de fotografa-lo conversamos e disse como achava difícil fazer malabares e ele respondeu dizendo; “Se eu aprendi, tudo é possível”. Capturando essa cena faço uma analogia que representa o equilíbrio, a persistência e a humildade necessária para todos nós Gonçalenses no dia-a-dia.

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“Ar gelando”.

Isso não é miragem! Sim, temos ônibus com ar condicionado em São Gonçalo! Verão, calor escaldante, um sol pra cada um, 40° na sombra e o cidadão Gonçalense que tanto trabalha e sempre sofreu com o forte calor dentro do transporte coletivo, hoje pode ir e vir com mais conforto e dignidade, isso é algo que toda cidade esperava e finalmente aconteceu. 

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Fachada alinhada.

As nuvens passam, o céu vai se abrindo, deixando rastros e colorindo em tons suaves os altos prédios Gonçalenses. Novas construções pelo centro de São Gonçalo estão aos poucos modernizando e dando volume a nossa cidade, que é grande na horizontal e assim vai crescendo na vertical. 

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Frame.

A São Gonçalo que queremos para 2019 e sempre não está invisível! Na foto, nenhuma árvore, prédio ou folha foi colocada(o) no photoshop, esse é um retrato fiel do local. De fato todos nós sabemos que SG tem muito a melhorar. Vamos aproveitar esse sentimento de renovação e continuarmos avante e confiantes que podemos construir um novo futuro a cada minuto! 

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Antenados.

O Gonçalense é antenado! Na calmaria dos altos prédios, outras cores e objetos compõem nossos quadros urbanos. Rumo ao norte, rumo ao sul, leste ou oeste, o céu que paira sobre nossas cabeças é o mesmo que está em todo lugar. Temos tudo na mão, possibilidades mil, o que nos resta é ter coragem de explorar e fazer acontecer. 

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A cruz e a fé.

Quem mora em São Gonçalo costuma dizer que tem uma igreja em cada esquina, mesmo que isso seja uma suposição, algo que devemos citar como característica do Gonçalense é; Religioso. Independente da denominação, seja domingo ou não, é comum vermos pessoas caminhando com sua bíblia na mão por aqui.

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Noturno.

Cai a noite e os aspectos urbanos contornam São Gonçalo em tons mais escuros. O esvaziar de pessoas é notório em algumas ruas que estão no contra fluxo do centro da cidade. Carros passam mais rápidos, a correria diminui e os arredores vão silenciando trazendo a madrugada. 

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Rua da Feira.

A Rua da feira é correria, é alto volume, é o vendedor lutando pelo seu, é o amontoado de produtos, é poluição visual e pulso comercial. Talvez a frase “Tem de tudo e de tudo tem” tenha sido criada por um fraquentador da Rua da feira. Se você estiver precisando de calor humano é só chegar por lá.